Madre Adela, da Família Marianista para a Igreja e o mundo

Com a beatificação de Madre Adela, os dois fundadores da Família Marianista são elevados aos altares. São dons para a Igreja e o mundo, não só a espiritualidade e o carisma recebido, mas também o testemunho e a presença de cada um dos dois. O Beato Guilherme-José Chaminade com seu incansável ardor missionário e a Beata Maria da Conceição (Madre Adela) com sua interioridade e o dom da amizade.


Convidamos você a refletir conosco, com ajuda da Ir. Patricia Acuña, fmi (religiosa marianista chilena), o papel da santidade para a Igreja e a Beata Maria da Conceição (Madre Adela) como oxigênio para a Família Marianista no interior da Igreja.



O que um santo é para a Igreja


Quando o Espírito inspirava ao Papa João XXIII a convocação do Concílio Vaticano II, a imagem que nos recria o motor que impulsionava tudo aquilo era “abrir as janelas”, para que o ar fresco do Espírito entrasse e oxigenasse nossas convicções evangélicas, nossos ritos, nossa evangelização, nossa forma de ser comunidade.


Penso que os santos da Igreja são estas ráfagas que oxigenam o Povo de Deus em tempos de incertezas, produzidas pela cegueira humana que nos provocaram e provocam tanta dor dentro e fora de nossa Igreja. Imaginemos um dia de extenuante calor e em um momentos recebemos uma fresca brisa. Imediatamente sentimos alívio, o apreciamos e o agradecemos. Ou, quando estamos cabisbaixos, tristes e um grande amigo nos visita e oferece sua consolação. Isso é um santo para a Igreja, esta presença do Espírito através de pessoas concretas, que nos oxigenam, nos recriam e nos revitalizam. E foi neste concílio, o Vaticano II, onde disseram que “todos” estamos chamados à santidade, quer dizer, todos estamos convidados a ser brisa fresca para nosso mundo que, em muitas vezes, sofre de um ar sufocante.



Madre Adela, oxigênio para a Família Marianista no interior da Igreja


Desde sua chegada a este mundo, Adela foi uma brisa fresca para sua família nos sufocantes ambientes da revolução, os quais rodeavam França e especialmente ao seu núcleo familiar, sabendo que seu pai pertencia à nobreza e era funcionário real. A chegada da pequena Adela foi como um balsamo, uma brisa que refrescou a alma de seus pais. Mais tarde, quando funda a pequena associação, Adela, será o suporte daquela grande comunidade, já que não a iniciou sozinha, mas que a sustentou e animou em cada momento.


Das religiosas marianistas foi a que aportou o olhar materno desde o Espírito para a comunidade nascentes e assim, foi formando e guinando suas filhas espirituais, como uma bussola em alto-mar, com o testemunho simples de cada dia, enfrentando dificuldades e descobrindo a vontade de Deus em tudo o que viviam. À Família Marianista coube a Adela aportar a vitalidade juvenil, seu ardor missionário, suas características femininas para a vivência do carisma e sobretudo, sua fé inquebrantável para enfrentar as difíceis situações que até a sobrepesavam.

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