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A Família Marianista, hoje

A Família Marianista é uma família mundial de homens e mulheres, religiosos e leigos, consagrados a Maria e comprometidos em viver o carisma de seus fundadores, o Beato Guilherme-José Chaminade e a Madre Adela de Trenquelléon. Composta por quatro ramas: Companhia de Maria (SM), Filhas de Maria Imaculada (FMI), Aliança Marial (AM) e Comunidades Leigas Marianistas (CLM), esta última foi a primeira que viu a luz em 1801, enquanto as duas ramas religiosas encerramos as celebrações de nosso Bicentenário fundacional, FMI (1816) e SM (1817).

 

 

 

        A fundação da Congregação e de ambos Institutos não se produziu como ilhas, mas em mútua relação. O elemento unificador foi o carisma marianista transmitido pelos fundadores. Eles quiseram que a vida religiosa estivesse ao serviço da animação da vida leiga e que fosse “o homem que não morra”. De certa maneira, foram proféticos, pois a rama leiga desapareceu na revolução de 1830 e voltou a refundar-se graças aos religiosos e religiosas.

 

       Cada uma das ramas se considera parte integrante e complementária do próprio ser e fazer. Trata-se de uma família espiritual com uma estrutura que une leigos, religiosas e religiosos em pé de igualdade. Sua vocação missionária realiza-se quando unem seus esforços, pois desta maneirasse descobrem formando uma família que supera a cada uma e as convida a trabalhar juntas.

 

      Em 1996 foi criado o Conselho Mundial da Família Marianista, constituído pelos Conselhos Gerais de cada uma das ramas da Família. É o último responsável de promover um espírito de família que permite a interpelação recíproca. Busca conjugar o respeito à autonomia de cada rama com o espírito de interdependência.

 

       Desde o princípio recebeu como função construir família, partilhar informação sobre a vida e a realidade de cada uma das ramas, estabelecer pontos de encontro como celebrações, formações, convivências e ações comuns de caráter eclesial ou social, além de marcar diretrizes no que concerne à Família.

 

        O Conselho Mundial assinalou três campos nos quais trabalhar:

 

            - Impulsionar a colaboração mútua no conhecimento e a vivência do carisma, desde nossas vocações específicas.

            - Promover o enraizamento e desenvolvimento de nossa missão comum na Igreja e no mundo.

            - Fortalecer o sentido de pertença e comunhão entre as ramas no seio da Família Marianista.

 

        Tudo isso levou a criação dos conselhos locais, nacionais e regionais de Família. Foram estabelecidos laços de comunhão com celebrações e convivências fraternas. Todos os anos são celebradas as Jornadas Mundiais de Oração da Família Marianista ao redor da festa do Pilar (JMO – 12 de outubro) e a Jornada da Vocação Marianista (JVM – 25 de março, a Anunciação).

 

           Também se estimulou a reflexão e a prática de novas formas de interdependência na vida e na missão. Em alguns lugares iniciaram experiências de missão comum. A celebração do bicentenário da vida religiosa marianista (2106-2018) ofereceu numerosas oportunidades de celebrar juntos a Família Marianista.

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